Crítica | The Strain 1ª Temporada


Guillermo Del Toro é conhecido por suas produções de causar arrepios, com The Strain isso não muda, pelo contrário, ela traz de volta a essência do vampiro, o vampiro capaz de roubar nossas noites de sono. Mas além disso não podemos deixar de observar o quanto tais vampiros são semelhantes aos zumbis de Resident Evil, com seus ferrões capazes de sugar até a última gota de sangue em poucos segundos.

A história começa dentro de um avião que está quase pousando, um dos funcionários percebe que algo está se movendo no compartimento de cargas e chama uma outra colega pra verificar se realmente tem algo lá embaixo. Ao perceber que não tem nada lá embaixo, a aeromoça decide voltar ao seu posto de trabalho, mas é ai que a porta do compartimento começa a querer levantar, algo esta tentando abrir a porta.

Cenas depois conhecemos Ephraim um médico que trabalha no controle de doenças. Ele e seus parceiros de trabalho entram no avião com suas roupas especiais para verificar se existe algum tipo de vírus ali, mas eles encontram apenas cadáveres e quatro sobreviventes.

A série tem uma constante no desenrolar da história. Vemos o momento em que ocorre o ataque no avião, e a partir dai começamos a saber o que esta acontecendo através de Eph. Quem planejou um ataque tão grande já tinha tudo planejado, inclusive as consequências, por isso apenas quatro sobreviveram. 

A imprensa tende a focar no inexplicável, como a sobrevivência de tais pessoas, por isso acabam descartando as mais de 200 pessoas que morreram de forma misteriosa naquele "acidente biológico", e quando todos esses corpos são levados, o verme que causa a mutação os traz de volta, e a epidemia começa.

Os vampiros criados por Del Toro se tornam tais criaturas quando um verme como dito logo acima, invade nossa corrente sanguínea, e bastam alguns segundos para que nosso corpo esteja repleto deles, e poucas horas depois você corre para seus entes queridos e os transforma.

O sobrenatural é parte essencial da trama, e personagens que poderiam não ser tão importantes, ganham um espaço merecido por possuírem habilidades que no começo podem ser consideradas inúteis. Como um exterminador de pestes, e uma hacker que começam a ocupar um espaço importante no final da temporada.

Com o mestre das criaturas desaparecido, a equipe liderada por Eph e Abraham tentará de todas as formas alcançar um fim para tal doença. Podemos esperar a morte de alguns personagens favoritos, como esperei pela primeira temporada mas que enfim não aconteceram.

A doença está se espalhando muito rápido, e pra todos que querem sobreviver a isso, só resta assistir a série e descobrir como, quando e onde poderemos destruir o tão temido mestre.



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