Crítica | Gia - Fama e Destruição


Gia é um dos filmes que deveria ter assistido anos atrás, mas que só acabei assistindo agora, e me arrependo profundamente de não tê-lo visto logo. Primeiro porque Angelina Jolie é minha atriz favorita, e segundo que ela está interpretando alguém que realmente existiu.

Gia foi uma modelo que nasceu em 1960 e tinha uma beleza fora do normal, mas que não trabalhava como modelo até que foi vista por um olheiro que a achou diferente das comuns modelos da época e decidiu levá-la a uma sessão de fotos, mas ela não parava em um lugar, era extramente inquieta.

Depois que as fotos estavam prontas ela visitou a dona de uma empresa que lhe arrumaria entrevistas de emprego. Por ter uma beleza diferente, Gia conseguiu inúmeros trabalhos no decorrer da sua carreira. Em uma dessas sessões de fotos ela conhece Linda, a única pessoa que ela realmente amou em sua vida além de sua mãe.

Gia se sentia abandonada por todos, e sempre que alguém passava algum tempo com ela não podia mais sair de perto, porque ela chorava histericamente pra pessoa ficar, as vezes dava certo, outras vezes nem tanto.

Vivendo sob pressão por conta de sua profissão, ela começou a usar todo tipo de droga, indo das mais leves as mais pesadas, e isso com o tempo a destruiu, ela perdeu tudo pelo qual lutou. Mas mesmo depois de ver toda sua vida indo embora por conta do vício ela foi forte o suficiente pra tentar acabar com sua dependência, o que conseguiu, e que valeu muito a pena porque ela trouxe as pessoas que mais amava de volta.

Uma história que nos mostra a vida de alguém por trás das sessões fotográficas que vemos em revistas, que deixa claro que aquele desejo de ser como essas mulheres, pode não ser um dos melhores desejos pra se ter na vida. 

Gia era doce e dedicada a todos que ela amava, mas que se perdeu em meio aquele mundo cheio de luxo, críticas e exploração. Mas ainda assim permaneceu com seu espírito intocado, e belo para todos que carregam a lembrança de seu sorriso.

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