Crítica | Millennium - Os Homens que Não Amavam as Mulheres

Baseado nos livros de Stieg Larsson, o remake de Millennium deixou a todos que não estavam preparados extremamente perturbados com a história. Cheio de revira voltas o filme é fiel ao livro em alguns aspectos, mas isso não torna o filme ruim, apesar do que alguns possam falar, o filme é maravilhoso.

O filme conta a história de Lisbet Salander, uma garota problemática que vigiada pelo estado desde os seus 13 anos de idade, quando foi diagnosticada incapaz de viver em sociedade por tentar matar seu pai. Em contrapartida Mikael Bomkvist é um repórter que a pouco tempo foi destruído em processo por difamação.

Mikael Bomkvist é conhecido pelo seu trabalho investigativo, por isso ele é contratado por Henrik Vanger, para que ele tente descobrir o que aconteceu a sua sobrinha Harriet Vanger, que desapareceu anos atrás. Mas antes de confiar plenamente os segredos de sua família a Mikael, Henrik contrata Lisbet e pede que ela faça um dossiê completo sobre Mikael.

Depois de algum na ilha da família Vanger, Mikael decide que precisa de ajuda, e é levado a procurar Lisbet, já sabendo que ela investigou toda sua vida, Juntos eles vão em busca de um serial killer que gosta de matar de mulheres de uma forma um tanto peculiar.

Millennium aborda assuntos de extrema importância de um forma nada agradável, nos mostrando como as coisas são realmente, e sem se preocupar se vamos ou não lhe dar bem com isso. Segredos de uma família que vive de aparência, uma garota que abusada pra poder ter dinheiro pra comer, isso é um pouco do que o filme nos traz, e ainda assim consegue ser uma obra magnífica.

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