Resenha | A Menina Mais Fria de Coldtown - Holly Black


Em A Menina Mais Fria de Coldtown ser vampiro é uma doença. Depois que se é mordido a pessoa se torna um frio, e quando se é mordido os sintomas aparecem em até 48 horas. Depois de começarem os sintomas, a vítima fará de tudo para obter seu maior desejo, sangue humano. Mas existe uma forma de cura para o “vampirismo”, essa cura é passar 88 dias sem provar uma gota de sangue humano, o que pode parecer fácil, mas que na verdade é bem complicado.

A existência dos vampiros era desconhecida, até que um deles recém-transformado saiu matando a todos sem nenhuma descrição. Então para conter o surto, o governo criou as Coldtowns, cidades isoladas por grandes muros de concreto.

Quando as Coldtowns foram criadas, o governo não se importou em retirar os humanos de lá. Então nas Coldtowns existem vampiros, humanos que não saíram a tempo, e os humanos que querem se tornar vampiros.

Com o passar do tempo foi determinada uma regra de que apenas quem possuísse um sinalizador poderia sair de determinada Coldtown.

Na história, a protagonista chamada Tana acorda dentro de uma banheira  lembrando-se apenas que estava em uma festa e que provavelmente deveria ter dormido ali sem perceber. Quando ela sai do quarto descobre que todos morreram com exceção de seu ex-namorado que este atado a uma cama com um vampiro acorrentado de frente a ele.

Tana decide salvar os dois, e consegue partir rumo a uma das Coldtowns, no caminho eles acabam encontrando um casal de gêmeos que querem uma carona até lá.

Ao chegar à Coldtown ela descobre que não é nada parecido as festas transmidas pela TV (existe um canal de TV que transmite tudo que acontece dentro da Coldtown). É tudo um caos e com um cheiro de podridão que se mistura a cheiro de sangue.

A história tem seus momentos eletrizantes, daquele que você não consegue parar de ler porque quer saber o que vai acontecer depois. Mas também existem aqueles (vários) momentos entediantes que fazem a história esfriar e te faz se perguntar se vale a pena continuar.


O desfecho do enredo principal é muito bom, mas muitos personagens ficam sem final e isso me deixou triste. Nenhum dos personagens ganhou um final, digamos convincente, ficou em aberto tudo que poderia ter acontecido com cada um deles, e isso deixou a desejar no final da história.

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