Crítica | Hancock

Hancock não é uma história desconhecida pra muitos, afinal Will Smith está presente nele. Acontece que quando assisti a esse filme pela primeira vez eu tinha 15 anos de idade, e convenhamos que com essa idade nossa percepção para determinadas coisas é mínima, pra mim então, era bem superficial.

Então decidi assisti-lo novamente para saber o porquê de eu ter gostado tanto dele á sete anos atrás, e enfim descobri que não era pela presença de Will Smith ou por conta de existir um super herói no filme, dessa vez eu consegui enxergar bem mais que isso.

Hancock é um homem que ajuda as pessoas enquanto destrói inúmeros patrimônios da cidade, e por isso, apesar de ajudar, as pessoas não gostam dele, e adoram insultá-lo por ser um alcoólatra.

Depois de salvar a vida de Ray Embrey, Hancock recebe uma proposta de melhorar sua imagem perante a sociedade e ser aceito como o herói que ele realmente é. Mas a esposa de Ray, Mary Embrey (Charlize Theron), não concorda que o marido cuide da imagem de alguém como Hancock.

Hancock é um filme que não detém um único gênero, e apesar de ser uma fantasia, ela mostra muito do que sentimos. Um homem que vive sozinho pensando que ninguém o ama, e que não se lembra de nada do seu passado. Mas que é capaz de abrir mão da própria felicidade pra manter quem ele realmente ama em segurança.


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