Crítica | Pandorum


Uma produção que se encaixa tanto no gênero de ficção-científica e terror, conta a história de uma tripulação que de uma hora pra outra descobre que é o que resta da raça humana. Antes disso eles estavam apenas indo até um novo planeta que possuía condições de vida, até que a terra foi misteriosamente destruída.

Cenas depois, acompanhamos Bower, um dos tripulantes que acorda de sua hibernação, mas ao procurar outra pessoa ele não encontra ninguém, sem falar que toda a nave encontra-se sem energia. Tudo está muito estranho, afinal era pra sua turma assumir aquele turno, mas não existe ninguém além dele, e todas as outras capsulas estão vazias.

Enquanto ele começa a consertar todos os mecanismos da Elysium, seu capitão desperta da hibernação, e assim como ele não faz a minima ideia do que está acontecendo. Depois de conversarem por mais algum tempo, acabam descobrindo que a logo a nave irá sucumbir, e isso só não irá acontecer se ele reiniciar o "gerador".

O capitão permanece na ponte, enquanto Bower se aventura pelos tubos de ventilação para chegar ao seu objetivo, o problema é que em seu caminho ele encontra criaturas que caçam serem humanos para devorá-los.

Nada faz muito sentido em Pandorum, tudo é cheio de mistério e sombras, ninguém faz ideia do que aconteceu ali, de onde estão ou o que são essas tais criaturas. 

Para quem ainda não assistiu ao filme, adianto que ir assisti-lo aguardando algo que lhe dê frio na barriga tornará a experiência decepcionante, pois ele não é nenhum pouco regado do terror do qual estamos acostumados. Apesar disso a trama não deixa a desejar em sua conclusão, nos deixando satisfeitos e um tanto quanto curiosos sobre o que pode acontecer a partir dali.

Enfim, em uma avaliação de 0 à 10 o filme conseguiria um 8, por ter seus momentos, mas ainda faltando alguns elementos básicos para tornar a trama mais atrativa a outras pessoas.

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