Crítica | Operação Big Hero


A nova fase da Disney Animation vem nos trazendo novas franquias, novas princesas e uma nova forma de encarar tudo isso.

Após a compra da Pixar pela Disney, Bob Iger ganhou Edwin Catmull e John Lasseter como presidente e chefe de criação respectivamente. Com a veia criativa que pulsava na empresa criada por George Lucas, a fusão entre Disney e Pixar não poderia ter dado tão certo.

Hiro e Tadashi Harada, são orfãos criados pela tia. Ambos nerds e apaixonados por robótica. O mais velho, Tadashi estuda em universidade de tecnologia renomada, enquanto tenta tirar o caçula das confusões em que se mete quando resolve participar das brigas entre robôs.

Tadashi, sabendo do potencial do irmão mais novo, leva-o até seu laboratório na universidade, e lá é onde ele conhece Honey Lemon, a expert em química, Go Go Tomago, expert em física, Wassabi, aficionado por lasers, e Fred, o mascote da faculdade. Nesse momento ele também conhece Baymax, o robô enfermeiro que reconhece problemas de saúde tanto físicos quanto psicológicos, e faz de tudo para curá-los.

A ação começa quando eles precisam forma um grupo de super-heróis para lutar contra um super-vilão com máscara de Kabuki. Apesar da história não ser inovadora, ela consegue prender a atenção de adultos e crianças, equilibrando cenas de ação e momentos de humor.

Mas o principal é a amizade entre Hiro e Baymax que acaba ofuscando todo o resto. Mas, ainda assim a participação de cada um tem sua importância, lembrando apenas que os momentos entre Baymax e Hiro funcionam como um elo excelente, afinal entre os dois, nunca sabemos quem é o aluno ou o professor, pois um aprende com o outro o tempo todo.

Assista ao trailer:

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