Estação Onze | Museu da Civilização



Quem já leu Estação Onze, já entendeu o porque de ter "Museu da Civilização" escrito ali em cima. Então, acontece que a trama do livro se passa em uma época pós-apocalíptica onde uma gripe matou mais de 90% da população.

Com o passar tempo e com a civilização praticamente dizimada pela doença, toda a tecnologia e todo o avanço feito pela humanidade se perde. Depois da doença, a civilização começa a tentar viver em um mundo novo, quanto as crianças que nasceram depois da epidemia, elas apenas imaginam como viviam os mais velhos, e foi dai que veio a ideia do museu.

As crianças ficam boquiabertas quando se deparam com as histórias dos celulares e do que eles eram capazes de fazer, assim como os jogos, a televisão, e outros objetos. No museu da civilização existem todos esse objetos, não exercendo sua função, obviamente, mas dando uma ideia aquela nova geração.

Enfim, a Intrínseca propôs a todos nós parceiros que mostrássemos o que nós levaríamos para o museu da civilização, eu escolhi minha câmera, e vou explicar o porque disso.

Muitas pessoas, a maioria pelo menos, pensaria em levar o celular, afinal é algo que passa tanto tempo conosco que se torna uma parte da gente. Mas a câmera pra mim é algo com um valor extremamente maior que um celular. 

Além do fato de eu amar essa câmera, existe o lado sentimental. Câmeras registram momentos, sorrisos, lágrimas, felicidade ou tristeza. Quando você segura uma foto, você é capaz de ver a alma do fotógrafo e sentir a emoção do fotografado.

Mais que um objeto sem utilidade em uma civilização como a de Estação Onze, a câmera poderia funcionar como uma caixinha de sonhos para aquela nova geração. Elas fechariam os olhos e poderiam imaginar o sorriso mais sincero, e sentir o amor através de uma imagem que elas nunca veriam, mas que com certeza estaria guardada dentro da caixinha dos sonhos, a caixinha capaz de capturar momentos e nunca mais esquecê-los.

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