Crítica | Peter Pan


Peter Pan já começou seu sucesso através de um trailer cheio de efeitos visuais que deixou todos nós encantados e muito empolgados pelo que ele seria. Mas apesar disso, sempre existe aquele medo interno de que ele fosse um filme de trailer, ou seja que tudo de bom que existia nele estava no trailer, ainda bem que isso não aconteceu.

O filme conta a história de Peter antes de conhecer a Terra do Nunca. Sua mãe o deixa na porta de um orfanato quando ele é apenas um bebê. Ele cresce cercado de freiras loucas e que de certa forma são capazes de deixar crianças aterrorizadas.

O tempo vai passando e Peter percebe que algumas das crianças estão sumindo durante a noite, então ele decide esperar para saber o que anda acontecendo ali, mas depois de esperar um longo tempo ele acaba percebendo que foi um plano ruim e volta pra cama,

Existem tantos pontos positivos no filme que é praticamente impossível falar de todos eles aqui. A fotografia está impecável, linda e absolutamente fantástica. Trilha sonora que te faz viajar junto com ele para a Terra do Nunca, e atuações de tirar o fôlego.

Falando também do figurino e da caracterização de personagens, Hugh Jackman está irreconhecível, e claro excepcional no papel de Barba Negra. Suas roupas excêntricas e seu comportamento doentio, tornam ele um personagem cômico e temível.

Capitão Gancho também está presente na trama, não da forma como estamos acostumados, mas em seu primeiro contato com Peter, inesperadamente ajudando Peter a encontrar sua mãe naquela terra desconhecida .

Vale ressaltar a participação mais que especial de Amanda Seyfried como mãe de Peter, um personagem que caiu como uma luva pra ela. E outra participação que me deixou bastante feliz foi a de Cara Delevingne, nossa eterna Margot. Que está no filme como sereia, mas não só uma, ela é todas as sereias.

E claro eu não poderia deixar de falar de Levi Miller, o Peter Pan, que atuou de forma surpreendente e magnífica, representando tudo o que Peter Pan significou pra gente nos últimos anos. Ele foi uma surpresa feliz e constatação óbvia de um talento inacreditável.

Peter Pan estréia hoje, então corre ao cinema mais próximo e mergulha na fantasia mais linda que já existiu, deixe seus olhos saírem brilhando depois de presenciar algo tão puro quanto a história do garoto que não queria crescer.

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