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Resenha | Cidades de Papel - John Green

11:44
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Todo mundo tem seu milagre

Tudo começa quando Margo Roth Spielgelman se torna vizinha de Quentin Jacobsen. Quando eram crianças os dois costumavam brincar juntos, e num certo dia estavam pedalando suas bicicletas até um parque da cidade, mas eles acabaram se deparando com um cadáver. Até então tudo certo, mas Margo não é qualquer garota, ela continua muito interessada pelo morto, então a noite vai até o quarto de Q para contar o que descobriu sobre o morto.

O terceiro romance do meu querido John Green vem para nos deixar cada vez mais apaixonados por sua escrita. O livro é escrito em 1ª pessoa, narrado pelo protagonista Quentin, com um dialogo leve e - desculpe a expressão - deliciosamente simples de ler.

 As obras do autor já viraram sinônimo de literatura juvenil, pois assim como “A Culpa é das Estrelas” e “Quem é você Alasca?”, “Cidades de Papel” atraiu muito os leitores jovens.

A obra que virou filme em 2015 atraiu 535.363 espectadores em sua estréia no Brasil, foi o segundo livro de John adaptado para o cinema. Em minha opinião, olha que sou muito fã dos livros de John Green, o filme foi bem honesto e fiel a obra, mudando é claro o final – o que foi anunciado antes do lançamento da adaptação cinematográfica.

Ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um 


Voltando ao enredo, em uma noite Margo aparece na janela de Quentin pedindo ajuda para resolver onze problemas. A aventura começa no supermercado, seguido de “presentear” os amigos - envolvendo arrombamento e invasão de domicilio - e um romance entre os dois, afinal Q é apaixonado por sua amiga. Tudo em torno da Cidade de Papel, como Margo nomeia Jefferson Park.

No outro dia ao chegar a escola Quentin senti falta da presença de Margo, ela havia desaparecido, mas não era a primeira vez. Sempre que ela foge deixa pistas para as pessoas, normalmente para sua irmã Ruthie, porém dessa vez foram para Q.

A estória se desenrola quando Quentin junto com seus amigos, Radar e Bem, vão atrás dos rastros de Margo, se tornando uma grande aventura para todos, principalmente para nós leitores. O final, como esperado do autor, é bem inesperado.

VOCÊ VAI PARA AS CIDADES DE PAPEL E NUNCA MAIS VOLTARÁ 


Notícia | Adaptação de Quem é Você Alasca? Ganha Diretor

08:20
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A adaptação aos cinemas de Looking for Alaska , primeira obra publicada por John Green, contratou sua diretora. Rebecca Thomas (A Fita Azul) cuidará do novo filme.
Quem divulgou a informação foi o próprio Green em seu Twitter . "Grande anúncio! O filme de Looking for Alaska  tem diretor, a brilhante Rebecca Thomas. VAI REALMENTE ACONTECER", publicou o autor.
Com roteiro de Scott Neustadter e Michael H. Weber ( A Culpa é das Estrelas ),Looking for Alaska conta a história de Miles, um garoto do primeiro ano do colegial que se muda para uma nova escola e acaba conhecendo a enigmática jovem Alasca, por quem se apaixona.
Fonte: Omelete

Filmes | Cidades de Papel Ganha Novo Trailer

16:54
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Cidades de Papel  (Paper Towns), adaptação ao cinema do livro homônimo de John Green ( A Culpa é das Estrelas ) ganhou um novo trailer. Veja abaixo:



A trama é centrada em Quentin ( Nat Wolff ) e em sua enigmática vizinha, Margo ( Cara Delevingne ), que gostava tanto de mistérios, que acabou se tornando um. Depois de levá-lo a uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para Quentin decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, Quentin deve entender o verdadeiro significado de amizade – e de amor.

Resenha | A Culpa é das Estrelas - John Green

20:32
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A Culpa é das Estrelas foi um dos livros mais comentados na sua época de lançamento, rendeu à John Green 17.944 mil exemplares vendidos só no Brasil, e 10,7 milhões em todo o mundo. O consagrou como o mais novo escritor juvenil.

Sem dor não poderíamos reconhecer o prazer

A história de Hazel Grace e Augustus Waters é mais que um romance, é desmistificação de uma doença que assusta nossa geração. Augustos e Hazel assim como Romeu e Julieta encontram um obstáculo para permanecerem juntos, a própria vida.

Hazel é diagnosticada com metástase nos pulmões aos 13 anos de idade, desde então ela respira através de um cilindro de oxigênio. Seus pais sempre tentam fazer com que Hazel socialize mais com adolescentes de sua idade, o que a leva a frequentar o grupo de apoio a pacientes com câncer no coração de Jesus (literalmente), lá ela acaba conhecendo Augustos Waters, um adolescente de 17 anos que tem osteosarcoma mas que não apresenta sinais da doença a quase um ano.

Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados

O ponto principal do livro além de Hazel e Augustus é o livro Uma Aflição Imperial, e seu autor Peter Van Houten, e é através disso que toda a história se desenrola.

Hazel tem um sonho de conhecer o autor de seu livro favorito, mas quando estava muito próxima a morte usou seu desejo com os gênios (homens ricos que bancam o último desejo de pessoas com câncer) indo até a Disney. Mas Augustos decide usar o desejo dele para levar Hazel até Amsterdã e conhecer o autor mais estúpido de todos.

Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa


Um livro lindo, com lições fantástica e referências incríveis, como o passeio deles até o esconderijo de Anne Frank durante o holocausto. John Green nos mostra através de uma nova perspectiva como devemos encarar momentos complicados da nossa vida, e isso me fez lembra do filme A Vida é Bela, tudo pode ser melhor, isso só depende da forma como você encara cada um desses momentos.

Resenha: Will & Will - John Green; David Levithan

11:31
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Eu sempre fui mega curiosa em relação a esse livro, nem sei explicar o porque, eu apenas queria saber sobre o que se tratava e se seria bom. Até porque existem livros escritos pelo João Verde que eu não curti muito. Mas esse tem o David Levithan, então achei que seria uma coisa bacana os dois juntos.

"Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam, é poque um pedacinho de perde..."

O livro falar logicamente de dois garotos chamados Will Grayson. Um deles segue duas regras, que não o deixam se importar com nada, e se manter de boca fechada. Já o outro Will é depressivo. Em determinado momento os dois se cruzam em uma noite não muito boa pra ambos. O Will depressivo conhece o amigo do outro Will que se chama Tiny (o personagem mais fofo do livro), e Tiny tenta melhorar a noite daquele Will. Já o outro finalmente tenta dar uma chance a seu coração indo falar com Jane (a gora que ele quer e não quer). Voltando ao Tiny, ele o personagem mais lindo que já vi, todo desengonçado que parece eternamente feliz, mas que no fundo vive pra levar felicidade aos outros, isso é o que o torna tão perfeito, e tão mais importante que os dois Will no livro inteiro.

"Estar em um relacionamento, isso é algo que você escolhe. Ser amigo, isso é simplesmente algo que você é."

O que mais achei de interessante nesse livro foi a montanha de conhecimento que ele traz pra gente. Abordar depressão não é fácil, e eu amei a forma como ela é colocada na história. Todas as pessoas que não sabem o que um depressivo sente, consegue entender ao menos um pouco da eterna tristeza na qual eles vivem. 

"Talvez haja alguma coisa que vocês tenham medo de dizer, ou alguém que vocês temam amar, ou algum lugar aonde têm medo de ir. vai doer. vai doer porque é importante."

Além disso existe aquilo de você aprender que não abrir a caixa é covardia, e quem sempre mesmo que você tenha medo, é preciso saber se o gato está vivo ou morto (leia o livro pra entender haha), e apesar de tudo você precisa se importar. E pra terminar, eu não me chamo Will Grayson, mas eu te aprecio Tiny Cooper.
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