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Mostrando postagens com marcador Terror. Mostrar todas as postagens
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Notícia | Primeiro Teaser de Sadako Vs Kayako

15:30
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Tudo começou com uma brincadeira de 1º de Abril, juntar as duas assombrações dos filmes O Chamado e O Grito. Porém a  repercussão foi tão grande que os produtores resolveram levar adiante essa incrível ideia, que inclusive já tem até data de estreia, no Japão.


O longa tem o título provisório Sadako vs Kayako. Sadako é o nome da Samara, do filme O Chamado, e Kayako se trata da assombração do filme O Grito. Está sendo produzido em uma parceria entre a Kadokawa e a NBCUniversal japonese, e tem previsão para estrear em junho de 2016. Entretanto não há informações de uma produção americana dos títulos.




Fonte: A Hora do Medo

Notícia | Novo Filme de Terror Terá Embate Entre Kayako e Sadako

09:34
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Kadokawa e NBC Universal estão em parceria para a produção de "Sadako Vs Kayako", um filme que caracterizará os fantasmas femininos mais vingativos que já vimos.

O projeto começou como uma piada e se tornou real quando o interesse dos fãs foi mostrado aos produtores do filme, que acabaram reconsiderando e dando início ao projeto.

A produção do filme já começou e será estrelado por Mizuki Yamamoto e digirido pelo especialista em horror Koji Shiraishi.

O lançamento está definido para junho de 2016 com a distribuição pela responsabilidade de kadokawa e exibições em 4D são planejadas para o lançamento do filme.

Resenha | Caixa de Pássaros - Josh Malerman

19:30
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"O homem é a criatura que ele teme"

Caixa de Pássaros vem pra consagrar Josh Malerman já no seu romance de estréia, como um dos livros mais desejados pra esse ano. Após o lançamento do livro, e de toda a divulgação, eu fiquei extremamente curiosa pra saber mais sobre essa história, mas especificamente para saber o fim dela.

Malorie, após viver quatro anos dentro da mesma casa com os dois filhos, decide sair de casa e enfrentar o rio e todas as criaturas que ainda vivem por lá na esperança de encontrar outros sobreviventes. Mas antes de sair ela enche os filhos de precauções, as principais são: "não tirem a venda" e "escutem".

Desde o nascimento das crianças, Malorie as treina para que ouçam, e faz isso muito bem, pois as crianças escutam tudo inclusive emoções. Eles poderiam dizer que você está sorrindo mesmo sem olharem para o seu rosto.

"As pessoas estão vendo algum coisa que as leva a machucar os outros. A machucar a si mesmas."

Durante o percurso Malorie relembra dos momentos de sua vida. As lembranças lhe afastam da realidade que está a sua frente. Ela está remando em um rio vendada, com duas crianças de quatro anos de idade tentando ouvir qualquer coisa que pareça anormal. 

Viajamos no tempo para conhecer as pessoas que antes moravam com Malorie. Dividimos quartos, conversas, músicas, escuridão e loucura. Nos deparamos com algo que não sabemos o que é, mas que rouba nossa sanidade apenas por nos atrevermos a abrir os olhos.

"Como pode esperar que seus filhos sonhem em chegar as estrelas se não podem erguer a cabeça e olhar pra elas?"

Caixa de Pássaros nos deixa confusos, loucos e perturbados. Coloca uma venda nos nossos olhos e não nos deixar ver nada. Assim como os filhos de Malorie só podemos escutar e se tivermos sorte, não precisaremos sentir as criaturas chegando mais perto.

Um dos melhores thrillers que já li na vida. E quanto ao final tão comentado, digo apenas que foi um bom final, até porque eu assumi as dores e responsabilidades de Malorie enquanto lia, me senti forte e vulnerável ao mesmo tempo. E depois de fazer meu coração pulsar tão forte, nada melhor que um final que te faz respirar, de alívio? De decepção? Não sei, só você lendo pra saber, afinal gostos são tão distintos quanto o sabor de cordão umbilical.

Resenha: O Senhor da Chuva - André Vianco

10:28
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Oi oi gente, ontem terminei de ler O Senhor da Chuva. Foi indicação da minha irmã que é simplesmente apaixonada pelas histórias do André Vianco, então eu, fã de Stephen King decidi que ele merecia uma chance e mergulhei no mundo do anjo Thal.
Thal é um anjo da luz que em determinada noite presencia uma negociação entre traficantes. Thal estava vigiando sua protegida, mas o cheiro de enxofre chamou sua atenção e ele foi até o apartamento de onde emanava aquele odor extremamente desagradável. Chegando lá presenciou a transação, e viu que haviam anjos infernais no local, logo tentou interver, mas ele não tinha o direito, não podia intervir, mas ainda assim o fez, e isso gerou toda a história que se passa no livro.

"Meu nome é Anatã! Lutarei até a morte! E juro por meu Pai de Luz, meu Deus, que levarei mais de vinte de vocês comigo!"

Um dos negociantes chamava-se Gregório, e a pouco havia recebido um pedido que lhe traria dinheiro suficiente para voltar a sua terra natal, ele queria a droga para fazer a venda e pagar logo depois, o que não deu muito certo. Gregório vai até o ponto de encontro levando nove quilos de cocaína ou ao menos os compradores acreditam nisso. Dois dos pacotes entregues por Gregório contém maizena, e não demora muito até os compradores perceberem. 
A perseguição a Gregório começa, enquanto Thal luta contra os cães infernais a fim de que ele não façam nada contra Gregório, que deu como garantia de pagamento o seu amigo Rennan. Mas Thal e Gregório não se dão muito bem em suas respectivas batalhas, e o anjo Thal pouco antes do fim, se prende ao corpo de Gregório, o que deixa o demônios livres para começar uma guerra.

"Vampiros são homens que perderam a alma para algum demônio. Não são bons nem maus: são seduzíveis pelas entidades. Tornam-se poderosíssimos quando não se autodestroem durante o aprendizado, a iniciação. Quando têm mais de cem anos, tornam-se praticamente imortais. Monstros. Monstros que bebem sangue. Conhecedores de dois mil truques ilegais. Príncipes da Escuridão. Semiindestrutíveis. Para a sorte dos mortais, ainda hoje existem algumas regras que jamais mudarão. Uma delas: o Sol."

A história é cheia de ação do começo ao fim, é impossível parar de ler porque você se encontra em meio a inúmeras batalhas. A Batalha Negra entre anjos e demônios é simplesmente incrível e com uma riqueza de detalhes que deixa nosso coração palpitando de tanta empolgação. Minha irmã me convenceu, lerei mais títulos do autor que é considerado o melhor nesse gênero no Brasil.

Lançamento DarksideBooks - Sexta-feira 13, Arquivos de Crystal Lake - David Grove

15:11
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Mais uma sexta-feira 13? É isso mesmo produção? Que dia lindo é hoje, dia do meu tão amado terror, dia de sentar e relembrar a história de Freddy, Leatherface, Chuck e claro da história sangrenta de Jason Voorhees. E em comemoração ao dia de hoje, a DarksideBooks, trouxe a todos nós uma Limited Edition tão linda que da vontade de deixar ela intocada e protegida na nossa prateleira. Mas lembrando também que existe a Classic Edition que é tão linda quanto essa, e eu lógico quero todas.
Mas neste exato momento não tenho palavras para descrever minha felicidade com mais uma publicação da Coleção Dissecando, que que revela os segredos por trás de grandes clássicos do terror, como O Massacre da Serra Elétrica e Evil Dead. Meus olhos estão até lacrimejando de tanta admiração por algo tão perfeito.

Nessa obra de arte nós vamos entender todos os processos de criação, produção e filmagem do primeiro filme, o eterno Sexta-Feira 13, de 1980. Fotos inéditas e centenas de depoimentos dos atores, membros da equipe e de fãs que também se destacaram no mundo do terror. A cada parágrafo, você vai se sentir andando pelos bastidores das filmagens. Leia o que o astro Kevin Bacon, o diretor Sean S. Cunningham, a donzela Adrienne King, mamãe Betsy Palmer e os rivais Wes Craven e Robert Englund têm a dizer sobre esse clássico. Jason permaneceu calado.

"Ei, não olhe pra trás, acho que tem alguém olhando pra você"

“O livro é incrível! Li em dois dias seguidos e vi que só conhecia talvez 2% de tudo que tem ali. Uma leitura verdadeiramente fascinante.” 
Mark Wheaton

O que é Creepypasta?

15:41
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Estavam eu nas minhas andanças em busca de coisas legais e aterrorizantes e dei de cara com esse termo, e como sou uma pessoa muito curiosa, fui em busca do significado e trouxe pra vocês, afinal um dia algum de vocês pode escarrar com esse termo.
Creepypastas são historias de terror, suspense e mindfuck em geral encontradas na internet, postadas em diversos fóruns, blogs, bulletin boards e outros sites similares, com o propósito de assustar e perturbar os leitores.
São escritas de forma envolvente, fazendo com que mexa com a imaginação do leitor. É difícil dizer se uma Creepypasta é baseada em algo real ou não, apesar de sabermos que são apenas histórias para nos entreter.
Creepypastas variam em tema, tamanho e qualidade. Existem diversos gêneros, as Creepypastas mais comuns utilizam alguns padrões:
  • Narrativas: O narrador conta uma lenda assustadora, uma historia tensa, um acontecimento bizarro de seu passado, enfim, diversos temas. As histórias podem ser narradas tanto em primeira quanto em terceira pessoa, dependendo da história em questão.
  • Diários: A história é contada como se fosse escrita em um diário ou relatório, em ordem cronológica ou não.
  • Rituais: Uma lista de instruções para o leitor, tais como ir em certo lugar, no horário correto, e seguir uma série de ações, geralmente incomuns ou misteriosas, do contrário, algo terrível pode acontecer.
  • Episódios perdidos: O narrador conta a história de um episódio nunca antes mostrado de um determinado programa de TV, geralmente humorístico ou infantil, mas que não foi exibido por vários motivos terríveis, tais como atores agindo estranhamente, sangue ou violência realista, áudio ou vídeo corrompidos ou distorcidos, mortes chocantes, etc.
  • Hack Roms/Jogos alternativos: Histórias baseadas em algum jogo famoso que foi modificado ou comprado em lojas alternativas, como vendas caseiras ou baixados de sites estranhos, que contém elementos misteriosos e chocantes que não deveriam existir no jogo, como sangue e violência extrema, ou mesmo o jogo está possuído por alguma força maligna que transforma a vida do jogador.
    Um dia escreverei algo assim, e logo logo trarei algumas pra vocês.

Resenha: A Noite dos Mortos Vivos - John Russo

15:30
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E ai zumbizada vocês tão bem? Então tá bom.
Em homenagem a essa sexta-feira 13 tão linda e ensolarada, vamos falar de zumbis. Muuuitos zumbis. E o melhor, estamos naquela expectativa para o carnaval (expectativa de ler muito, claro) então além de uma resenha vocês estão ganhando uma dica de leitura pra esse feriadão. 
Pra começar a edição que eu tenho é a edição limitada lançada pela Darkside. Pra quem não sabe a sabe a editora Darkside sempre vem com livros de ótima qualidade. Muitos deles são capa-dura e com impressões e cores muito vivas. Mas melhor que isso são os preços, que são sempre mega acessíveis.


Se você é fã de The Walking Dead, esse livro é pra você. Porque muuuuuito tempo antes de TWD ser uma febre mundial John Russo criou os zumbis mais fodões de todos os tempos. Naquela época ninguém queria apocalipse zumbi, todo mundo tinha um pavor gigantesco da galera que estava e não estava morta.
No inicio tudo é normal. Ao entardecer Bárbara vai com seu irmão Johnny ao cemitério para visitar o tumulo do pai. O tempo passa enquanto eles estão ali a procura do túmulo.A a noite começa a ocupar o céu sem que eles percebam. O cemitério fica afastado localizado bem no meio de lugar nenhum e por estarem totalmente entorpecidos de fazer aquela dolorosa visita eles deixam passar desapercebidos inúmeros acontecimentos que mostram que algo não está tão certo assim. 
Enquanto a noite se aproxima e Johnny quer ir embora do cemitério, mas Barbara quer encontrar o túmulo do pai que é complicado por todos os túmulos que serem iguais. Ela acaba encontrando o túmulo, mas jé é tarde e anoite domina o céu com sua imponente escuridão.
Bárbara começa a sentir que existe algo nas sombras, e de repente ela percebe que realmente existe algo ali, e o que quer que seja está encarando-a. Então o que ela faz? Não ela não corre, ela grita pelo irmão que vai desesperado em busca de sua irmã em meio as sombras. 
Não suportando apenas observarem aquela criatura (já podiam ter corrido), Johnny foi até lá pra saber o que era aquilo que não desgrudava os olhos dos dois. Quando chega lá ele trava uma luta com a criatura e então....BUM. Isso é só o começo, porque o restante do livro é dentro de uma casa com lógico, muitas mortes e contratempos que farão seu coração sair pela boca. Ai o final, o final é fantaaaaaaaastico, superando todas as expectativas e nos deixando "Porque acabou? Porqueeeeeeeeeeee?" 
Então corre lá no site da darkside e compra logo cara, você não vai se arrepender. E você ai que não curte a zumbizada compra e dá de presente, essa edição é tão linda que no final você vai se recusar a dar de presente a alguém.

Elevador para o Inferno

14:08
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REQUISITOS


Estritamente UM jogador, apenas.
Um prédio com elevador de no mínimo 10 andares.


O PERCURSO

- Entre no prédio: entre sozinho no elevador no primeiro andar.
Não continue se houver mais alguém no elevador com você.

- Aperte o botão do quarto andar.

- Quando chegar ao quarto andar, permaneça no elevador.
Aperte o botão do segundo andar.

- Quando chegar ao segundo andar, permaneça no elevador.
Aperte o botão do sexto andar.

- Quando chegar ao sexto andar, permaneça no elevador.
Aperte o botão do segundo andar.

- Quando chegar o segundo andar, permaneça no elevador.
Aperte o botão do décimo andar.

- Quando chegar ao décimo andar, permaneça no elevador.
Aperte o botão do quinto andar.

- Quando chegar ao quinto andar,uma moça deverá entrar no elevador. NÃO OLHE PARA ELA. NÃO FALE COM ELA.
Ela não é o que parece ser.

- Aperte o botão do primeiro andar.
Se o elevador começar a subir para o décimo andar ao invés de descer para o primeiro, você deve prosseguir. Se o elevador descer para o primeiro, saia assim que a porta abrir.Não olhe para traz. Não diga nada.


O INFERNO

- Quando você chegar ao décimo andar, você deve sair do elevador. NÃO RESPONDA à mulher caso ela te pergunte aonde vc está indo.
Se você tiver entrado no submundo (inferno, como preferir) com sucesso, você será a única pessoa presente. O andar em que você chegar será quase idêntico ao nosso mundo, com a exceção de que todas as luzes estarão apagadas, e a única coisa que você verá através da janela é uma cruz vermelha.


O CAMINHO DE VOLTA

- Voltar ao seu próprio mundo pode ser mais difícil do que parece:
Roce pode ficar desorientado e esquecer em qual elevador chegou; o elevador pode parecer cada vez mais e mais longe de você conforme você anda em direção a ele. Fique alerta, e mantenha o juízo em sua cabeça.

- Você deve usar o mesmo elevador em que chegou para poder voltar.
Quando entrar no elevador, aperte os botões na mesma ordem que você apertou do passo 2 ao passo 8 da JORNADA.(tente adaptar de um jeito melhor, são os passos ali em cima) Você deverá chegar ao quinto andar.

- Quando você chegar ao quinto andar, aperte o botão do primeiro. O elevador novamente vai começar a subir ao décimo andar. Aperte um botão de qualquer andar para cancelar a subida ao décimo andar.
Voce DEVE apertar o botão que você usou para cancelar ANTES que você chegue ao décimo andar.

- Depois que você chegar ao primeiro andar, confira o ambiente cuidadosamente.
Se alguma coisa estiver fora do lugar – até mesmo um pequeno detalhe – NÃO saia do elevador. Se você perceber que algo está errado, volte a etapa anterior até tudo parecer como deveria. Bem vindo de volta ao nosso mundo.

Fonte: MedoB

Sessão Terror

11:32
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Que dia lindo né gente? Hoje é o dia de pessoas anormais como eu. Pessoas que amam se assustar e sentir medo vendo aquele filme. Hoje é dia de curtir um Halloween fora de época (muito melhor que carnaval).
Em homenagem ao dia do terror e do azar, coração de leitora traz pra vocês um dia inteiro dedicado a livros, filmes, contos o todo o resto que faz sua espinha tremer. E ai tem coragem?

Pra começar ai vão os Top 10 dos filmes de terror na minha opinião.

10. A MORTE DO DEMÔNIO;


Filme trash demais. Muito louco, mas com uma história legal. Gostei mais por conta da maquiagem da guria ai que ficou muito foda.

9. ANNABELLE;


Esse ai todo mundo já conhece, porque a maioria ficou aterrorizado no cinema. Não é fantástico, mas é legalzinho. Resumindo, é aquele filme de susto.

8. FIM DOS DIAS;



Antigo demais, e ótimo do mesmo jeito. Esse filme é fantástico. Lembro de tê-lo assistido ainda criança e fiquei mega impressionada. Perfeito pra hoje, assiste ai.

7. NAVIO FANTASMA;


De longe um dos meus filmes favoritos, com um final de deixar qualquer um de queixo caído. Sem falar na trilha sonora que é maravilhosa.

6. A CASA DA COLINA;


Pra quem curte aquele terror em hospício, esse é o filme. Apaga as luzes e se prepare pra gritar.

5. OS 13 FANTASMAS;


Não vou nem comentar sobre esse. Quem assiste pode se sentir incrível, porque você é.

4. HELLRAISER


Eu duvido que você se arrisque a abrir um cubo depois de assistir esse filme. Esse clássico do terror, é capaz de te deixar acordado por semanas.

3. O CHAMADO


Sete dias!

2. O GRITO


Ai os filmes japoneses. Quase não durmo. Juro.

1. O EXORCISMO DE EMILY ROSE


Apenas um comentário, acordei as 3 da manhã depois que assisti ele.

Contos de Terror: A Fresta

15:02
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Hoje, eu como amante de livros, filmes, séries e tudo o mais que seja de terror, trago a vocês um dos melhores contos de terror de já li. Se você estiver preparado apague as luzes e leia, se não desculpe, mas as luzes se apagarão sozinhas.
Autor: Arthur Dobler

''Meu pai acabara de sair do meu quarto, com certeza, por isso a fresta''.

Eu sempre a odiara, principalmente quando pequeno, -época da qual se tem uma profunda imaginação- observar aqueles poucos centímetros amedrontadores causavam-me pânico. Desviava o olhar, contava até dez, me cobria com a coberta - táticas comuns de uma criança com medo - e admito que nenhuma delas nunca fora muito efetiva. Tudo só cessava quando eu tomava coragem para me locomover pela cama e me inclinar exageradamente em direção à maçaneta, sem precisar tocar no chão, para fechá-la e por fim ao meu tormento. Eram os segundos de maior tensão e eu nunca olhava para a fresta, nunca. A ideia de que algum monstro pudesse estar me observando era, no mínimo, perturbadora.


Algumas pessoas tem medo de escuro e isso é plausível, com a ausência da luz, é difícil ter total segurança do que te cerca ou “o que são” as formas que antes eram facilmente reconhecíveis. Um amontoado de camisas em uma cadeira, por exemplo, pode virar um aterrorizante fantasma que está apenas esperando o breve momento de você pegar no sono; Um violão recostado na parede pode se tornar uma criatura negra que espreita a distância ouvindo sua respiração; até mesmo bichos de pelúcias podem ser assustadores quando se está no escuro... Reflexos em um espelho então? Nem se fala.

Mas a questão é: Tudo isso tem um limite de tempo para te causar angustia, desconforto e apreensão. As coisas submersas na penumbra podem, após algum tempo, começar a perder a sua áurea macabra. Sua visão se acostuma, seus olhos se habituam, e logo o ar nostálgico das coisas que cobrem o seu quarto volta a pairar, “Não há nada aqui” você conclui. Até mesmo a completa escuridão pode ser tranquilamente ignorada se ruídos não identificáveis forem inexistentes. Há quem não pegue no sono sem estar envolvido nas trevas. Porém o problema está nas frestas, é evidente que sim, não há como se acostumar a isso, nunca haverá.

Pois a fresta é como uma pequena passagem para o inferno. Você começa a se indagar do que realmente está ou não vendo, porque através dela não existem comprovações visuais. Você apenas enxerga um amontoado de cores intercaladas, como pixels em uma tela, uma pequena e estreita faixa, a faixa que cobre seu lado são. Pode ser que seja um olho, ou uma cabeça, às vezes um corpo inteiro, porque não só um vulto? No meio da fresta, entre um cômodo e outro, alguém pode estar espiando você.

Se a porta estivesse fechada, você poderia muito bem se assustar com sons provenientes da sala, mas jamais imaginaria nada olhando para uma porta de madeira talhada a mão, de laterais robustas com uma maçaneta reluzente a descansar. Se estivesse escancarada, você teria maior controle dos barulhos em sua casa, e apesar de imaginar coisas ao ver os objetos que ficam em frente ao seu quarto, pelo menos teria uma melhor percepção de tamanho e distância dos mesmos. Porém a fresta é um ponto cego entre uma porta aberta e uma porta fechada. É a certeza da incerteza, é o incentivo a loucura e “eu sempre a odiara”, pensei.

Ideias vagas como essas surgiram em minha mente quando, após anos sem me lembrar desse pequeno trauma, me deparo com uma porta levemente aberta no meu quarto. Desde que eu me mudara de casa, estivera ocupado demais para me preocupar com coisas ordinárias como uma fresta. Entretanto nessa madrugada sem saber ao certo o motivo, tudo isso me veio à tona, como um soco no estômago. Fiquei alguns segundos encarando aquele feixe, podia jurar que havia alguma coisa ali, mas precisava ter certeza, por isso peguei meus óculos na cabeceira para enxergar com mais nitidez. Quando o coloquei, vi que a imagem que impregnou em minha mente não passava de um grande e velho cabide, que ficava no meio do corredor entre uma divisória que dava em direção ao banheiro e a sala de estar.

Caí na cama, por um segundo meu coração quase saíra pela boca. Senti a sensação ruim de muito tempo atrás, um forte ar que corre desesperado pelo meu corpo como se rasgasse meu peito, acho que é isso que chamam de adrenalina. Preparava para me deitar quando ela –a porta - delicadamente rangeu para dentro, era como se a maldita me provocasse. Fiquei em estado de alerta, suspirei ofegante, senti uma brisa fraca passar pelo quarto. De onde vinha? Não me interessava no momento.

“Eu sou um adulto, devo agir como tal” coloquei isso em minha cabeça, levantei rapidamente, me dirigi em passos largos para aquele retângulo maldito que desenterrara algo do qual não fazia questão de me lembrar. Fechei-a com tal intensidade, que o eco emitido ressoou por toda a casa, “era o fim”. Olhei para o chão, senti uma vertigem, fui pego de surpresa. Minha vista rapidamente embaraçou e durante esses segundos eu me lembrei de como meu pai tratava minha fobia com descaso, da forma como ele dizia que eu estava sendo irracional, e de sua patética reação - severamente incompreensível-, deixando a porta entreaberta de propósito quando saía. Uma espécie de tratamento de choque.

Não se faz uma criança aprender a nadar jogando a mesma em uma piscina, assim como não se cura o medo de alguém, fazendo-o confrontá-lo de forma tão direta. E depois desse breve momento de lembranças o que eu senti fora vontade de voltar a dormir e esquecer tudo isso. Quando me virei para cama, ouvi algo afiado rangendo do outro lado... A minha espinha gelou, os meus ombros endureceram e meu corpo agiu instintivamente indo em direção à fechadura. Enquanto olhava, permaneci em total silêncio para confirmar se o que se passara fora mesmo real. Nada, nenhum barulho.

Corri e me atirei no colchão, eu sempre tive uma imaginação forte, mas isso era demais. Encarava o teto, tentando pensar no inexplicável. E como em uma epifania, eu lembrei o “porque”. Mas eu não o fiz por querer, juro, ele me provocava e sempre o fizera. Eu não podia mais aguentar aquela tortura sem fim, ele nunca fora um bom pai, e nunca mais será, porque eu dei um fim nele antes que ele fizesse o mesmo comigo. Eu não sou louco, era ele que deixava a fresta aberta, era ele que me deixava olhando para ela, era ele, não eu. Por isso eu me mudei, - não fora de bom grado - eu fora expulso, mamãe não queria ver minha cara, é por isso que eu estou aqui. Ele disse antes de "partir" que iria me buscar, e agora... Eu finalmente entendo.

Enquanto concluía o óbvio, a luz ligou sozinha e começou a piscar freneticamente, o ventilador começou a girar, e foi para a velocidade três em poucos segundos. O quarto parecia rodar, os móveis balançavam e as sombras dos objetos foram se sobrepondo e criando gigantescos vultos nas paredes, eles me espreitavam, todos eles. "Eu não queria ir, eu não quero ir, eu não vou". Então eu me escondi na coberta, fechei os olhos e contei até dez.

Foi quando todas as portas e janelas se abriram bruscamente e depois se fecharam simultaneamente, a lâmpada explodiu e um último rangido de unhas rasgando a porta fora ouvido. Eu fiquei alguns minutos sem reação, esperando minha respiração normalizar, e meus olhos se acostumarem à velha escuridão. Decidi descobrir-me para dar uma última espiada. Tudo voltara ao normal: Os móveis, o ventilador, a porta e a Fresta. Encolhi-me embaixo do edredom enquanto colocava na cabeça: "Meu pai acabara de sair do meu quarto, com certeza fora isso, por isso a fresta". 

Fonte: OMedoB
 
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